Castelo de Guimarães

Reconhecido  como o castelo que, por excelência, está ligado às origens de Portugal, o Castelo de Guimarães é uma estrutura surpreendente. Trata-se de uma fundação condal, da segunda metade do século X.

Nos finais do século XI, o castelo sofreu uma reforma profunda, de que restam vestígios sobretudo na fachada Norte, onde a base dos muros apresenta uma fase diferente, com pedras de grande dimensão.

No século XII, no tempo de D. Afonso Henriques, sofreu uma reforma profunda, a partir da qual passou a abranger o perímetro atual, muito embora ainda sem as suas oito torres. Com as reformas góticas, no reinado de D. Afonso III ou de D. Dinis, teve uma profunda reforma, que lhe acrescentou os oito torreões do seu perímetro e a sua torre de menagem.

Foi na segunda metade do século XIII, com as reformas góticas, que o castelo de Guimarães adquiriu a sua forma atual.

O Castelo de Guimarães teve um papel decisivo na Guerra Civil de 1321-24 e na Crise de 1383-85. No século XV ainda manteve alguma relevância, mas a partir dos finais de Quatrocentos foi-se esvaziando de importância militar e estratégica. A partir do início do século XVI, sem função militar, passou a ser utilizado como prisão.

A partir do século XIX passou a ser reconhecido como estrutura emblemática da Idade Média portuguesa. Foi classificado como Monumento Nacional em 1881, adquirindo um valor emblemático incontornável. E continua a ser, hoje em dia, um dos mais emblemáticos e reconhecidos castelos medievais portugueses.



CATEGORIA

Monumentos Nacionais

DISTRITO

Braga

TESTES

Estudo de mercado massificado junto de uma amostra representativa da população portuguesa de 222.900 indivíduos

 

 

 

 

Coloque aqui o seu E-mail para subscrever as notícias Cinco-Estrelas

FreshMail.com